Quer abrir uma loja virtual?

É hora de desvendar o algoritmo do YouTube

Vários logotipos do YouTube empilhados de forma desordeira em cima de uma superfície plana. No primeiro plano, em branco e de forma centralizada, estão o logo da Shopify e as palavras "logotipo do YouTube"

Algoritmo do YouTube: a combinação de palavras que é capaz de tacar o terror em muita gente que quer produzir conteúdo e empreender na internet. Mas será que, na prática, a coisa é tão terrível assim? Neste post, a gente vai explicar como funciona o algoritmo do YouTube e mostrar como desvendar esse mistério que ― alerta de spoiler ― não é nada misterioso.


Na era das vendas online, não é suficiente ter apenas uma loja virtual: é necessário trabalhar com uma boa estratégia de SEO marketing, construir uma presença forte nas redes sociais, definir um bom calendário de conteúdo, escrever boas descrições de produto, investir pesado em novos canais como o TikTok e, de preferência, oferecer um bom atendimento ao cliente.

Ah, e no meio disso tudo, também vale a pena buscar outras estratégias de monetização e marketing de conteúdo, ou quem sabe desbravar um novo canal de vendas ― como o YouTube.

O problema é que muita gente empaca quando cria um canal de vídeo por lá, ou porque não sabe como fazer para divulgar esse vídeo, ou porque treme da raiz do cabelo até a unha do dedão só de pensar em como funciona o algoritmo do YouTube.

Você olhando para o algoritmo do YouTube, o algoritmo do YouTube olhando para você.

Mas a verdade é que, por mais que o algoritmo do YouTube seja visto por centenas de youtubers e por marcas que já usam a plataforma como um elemento meio misterioso, que controla e define aleatoriamente as sugestões de vídeos e o número de visualizações, ele na verdade pode ser usado para melhorar a experiência do usuário e gerar bons resultados para um canal.

Vamos descobrir como funciona o algoritmo do YouTube e como você pode usar a plataforma para atrair clientes e vender mais?

Então… o que é algoritmo do YouTube?

Começando pelo começo, para organizar as ideias: o algoritmo do YouTube é um mecanismo interno da plataforma, criado para cumprir dois objetivos:

  1. Ajudar os usuários a encontrarem conteúdos que sejam relevantes e que casem com seus interesses;
  2. Fazer com que esses usuários passem mais tempo dentro da plataforma, engajados com um número cada vez maior de vídeos semelhantes.

Ou seja: o algoritmo do YouTube define e ajusta toda a experiência de visualização de vídeos do usuário. Por isso mesmo, é melhor pensar nele como um aliado e não como um vilão para o sucesso do seu negócio online.

🧮 A gente também desvendou o funcionamento do algoritmo do Instagram, sabia? Vale a pena conferir!

Como funciona o algoritmo do YouTube em 2022?

O algoritmo do YouTube passou por muitos ajustes ao longo dos anos, então vale a pena retraçar algumas das mudanças feitas na última década ― até para entendermos em que ponto estamos hoje e quais são as aspectos mais importantes para as suas estratégias de marketing e conteúdo.

1. Os primórdios do algoritmo do YouTube

Lá quando ainda era só mato na internet e nos canais das redes sociais, o algoritmo do YouTube priorizava a quantidade de cliques e o número de visualizações dos vídeos. Foi nessa época que aqueles primeiros vídeos virais começaram a explodir, alcançando a marca absolutamente mágica de 1 milhão de visualizações.

Bons tempos, não? Aperta o play para lembrar de quando a gente era feliz e não sabia:

Se você é jovem e por acaso não sabe, esse vídeo aí foi o primeiro vídeo do YouTube!

O problema é que no meio dessa felicidade inocente, o algoritmo do YouTube começou a sofrer com o crescimento do número de conteúdos “clickbait”: vídeos com imagens e frases sensacionalistas ou simplesmente enganosas mesmo, que tentavam burlar o funcionamento do algoritmo e direcionavam os usuários a vários vídeos que não eram relevantes para a experiência dentro da plataforma.

2. A métrica de tempo de visualização e o algoritmo do YouTube

Para combater o clickbait, foi necessário alterar o modo como funciona o algoritmo do YouTube ― e passar a contabilizar uma nova métrica: o tempo de visualização, que priorizava não o número de visualizações, mas sim por quanto tempo cada usuário assistiu ao vídeo.

Essa métrica ainda hoje é bem importante dentro do algoritmo do YouTube, e criadores de conteúdo que usam a plataforma têm acesso a números bem detalhados nos relatórios de engajamento gerados pelo YouTube.

🎥 De que me adianta saber o tempo de visualização?

Você pode usar essa métrica para calibrar os seus vídeos e ajustá-los de acordo com o seu público, o que vai ajudar você a ganhar mais visualizações e jogar junto com o algoritmo do YouTube. 

Vamos supor que você tem uma loja de maquiagem ou está trabalhando com algum outro nicho lucrativo e descobriu que o seu público tem um engajamento bom com vídeos do tipo “tutorial”, mas não assiste ao conteúdo até o final. Quem sabe não vale a pena tentar diminuir a duração desses vídeos para ver se a métrica não sobe?

3. Satisfação do usuário e personalização do algoritmo

Além de passar a priorizar o tempo de visualização, o algoritmo do YouTube também começou a olhar com mais cuidado os níveis de satisfação dos usuários. Afinal, não adianta nada ter um vídeo com muitos cliques ou com muitas visualizações se os comentários só forem xingamentos ou críticas, né?

Na verdade, a terceira fase do processo de definir como funciona o algoritmo do YouTube envolveu a criação de um combo poderoso: satisfação + personalização.

Trocando em miúdos: na mesma época em que o e-commerce passou a priorizar experiências de compra customizada, o YouTube também começou a prestar mais atenção ao comportamento dos usuários para poder oferecer uma experiência personalizada dentro da plataforma.

Foi aqui que o algoritmo do YouTube passou a analisar elementos como o histórico de visualização e o histórico de pesquisa, além de verificar também o histórico de vídeos que foram assistidos até o final ― pois um tempo de visualização maior indica um usuário mais satisfeito.

🎥 A personalização na prática

O algoritmo do YouTube traduz esse combo satisfação + personalização de uma forma bem interessante para os usuários. Só para dar um exemplo prático:

Eu estou escrevendo este texto escutando umas músicas lo-fi, que ganharam o mundo lá no auge da pandemia. Como eu já escuto essas músicas há anos (até porque cheguei antes da modinha 🤸‍♀️) e com muita frequência (um cadinho todo dia), o meu algoritmo do YouTube sabe que eu não só quero rever playlists que já escutei, mas também quero descobrir playlists parecidas.

É por isso que, quando eu entro na minha página inicial do YouTube, a plataforma me mostra uma mistura perfeita entre conteúdos que eu gosto e que eu posso gostar. Ou seja: satisfação + personalização.

Captura de tela que mostra a página inicial do YouTube, onde é possível ver o algoritmo do YouTube em ação: vários vídeos sugeridos aparecem ao lado de vídeos que já foram assistidos

A minha página inicial do YouTube. Os vídeos assinalados com as setas em verde são aqueles que eu já assisti, pois o algoritmo do YouTube já conhece os meus gostos.

💡 Falando em personalização: agora pode ser o momento certo para levar essas ideias para a sua loja. Que tal investir em estratégias de gamificação, tirar aquela ideia de e-mail personalizado da gaveta e turbinar o seu marketing para Instagram com conteúdos feitos sob medida?

4. Desmonetização e punição via algoritmo do YouTube

Infelizmente, o YouTube não tem só músicas lo-fi, criadores de conteúdo com mensagens realmente importantes e vídeos de marcas independentes que trabalham com o marketing de influência para conquistar vendas.

Nos últimos anos, a plataforma precisou adotar medidas mais restritivas para punir criadores e canais que estavam violando as diretrizes de conteúdo e passou também a aplicar penalidades mais rígidas, desmonetizando esses usuários. Isso também fez com que o algoritmo do YouTube ficasse mais alerta a conteúdos desse tipo, pois era necessário identificá-los com mais agilidade.

5. O algoritmo do YouTube em 2022: onde estamos?

A resposta curta é que estamos num ponto em que o algoritmo está mais complexo e mais bem-ajustado do que lá atrás.

A resposta longa é que o modo como funciona o algoritmo do YouTube hoje nada mais é do que uma mistura entre todos os ajustes que vimos aqui em cima e algumas melhorias que acompanham as mudanças nas redes sociais.

Atualmente, então, o algoritmo funciona de acordo com três categorias-base:

  • Desempenho: métricas que se concentram no interesse do usuário, no tempo de visualização e no engajamento com os vídeos;
  • Personalização: métricas que levam em conta o histórico do usuário e os vídeos visualizados;
  • Fatores externos: métricas que analisam o comportamento de usuários similares, a relevância para sugerir novos temas e mais.

🎥 E o que isso diz para a minha marca?

Simples: que você vai precisar fazer uma boa curadoria dos seus conteúdos se quiser conquistar um espaço no YouTube. Não adianta apenas investir em conteúdos para viralizar ou apostar todas as fichas no tráfego pago, pois isso só vai dar prejuízo para o fluxo de caixa da loja. 

Além disso, saber como funciona o algoritmo do YouTube também é importante para poder segmentar os seus conteúdos de acordo com o público-alvo da marca e o tipo de objetivo que você quer alcançar: mais seguidores, mais vendas, mais assinantes para a sua newsletter e/ou para a sua campanha de e-mail marketing

Onde o algoritmo do YouTube tem maior impacto?

Ilustração que mostra um YouTuber desenvolvendo conteúdos que serão processados pelo algoritmo do YouTube e sugeridos para os usuários. No canto esquerdo da imagem, o jovem está sentado na frente de seu computador, falando para a câmera do computador; no lado direito, uma visualização de um vídeo do canal dele sendo exibido em um smartphone.

Agora que a gente já sabe como funciona o algoritmo do YouTube, vale a pena dar uma conferida em quais locais da plataforma ele tem maior impacto, até para você poder orientar com mais segurança a sua estratégia de produção de conteúdos.

Embora o algoritmo ajude a guiar a jornada do usuário em toda a plataforma do YouTube, há dois espaços em que a presença dele é especialmente forte: na página inicial e na aba de vídeos sugeridos, que aparece enquanto o usuário assiste um vídeo.

Na página inicial, o que prevalece é o combo satisfação + personalização sobre o qual a gente falou ali em cima: quanto mais você usa o YouTube e mais interage com vídeos e canais, maior será o nível de personalização e melhores serão as sugestões de novos conteúdos.

Na aba de vídeos sugeridos, a coisa é bem parecida, só que o algoritmo entra também com uma outra variável: os vídeos que costumam ser exibidos ou assistidos junto com aquele vídeo que o usuário está vendo.

💡 Falando em estratégia de produção de conteúdos: aqui no blog da Shopify, a gente tem várias dicas para ajudar você a turbinar a sua presença no Instagram. Confira nossos guias sobre o que postar, sobre como otimizar seus Instagram Stories e como escrever uma boa legenda para Instagram.

🎥 E o que isso diz para a minha marca?

Essas informações são importantes porque ajudam você a trabalhar melhor os seus conteúdos para que eles sejam notados pelo algoritmo do YouTube. Veja abaixo duas dicas poderosas para tentar garantir um quadradinho na página inicial ou na aba de vídeos sugeridos do seu público-alvo:

1. Trabalhe com uma identidade visual consistente e com miniaturas de qualidade para os seus vídeos.

Se você abrir a sua página inicial do YouTube agora mesmo, vai notar que há uma certa tendência nas miniaturas de vídeo: vários close-ups de pessoas fazendo caras altamente expressivas e/ou uma frase que imediatamente chama a atenção do usuário.

Essa tendência não é modinha: na verdade, é uma estratégia pensada para atrair os usuários e incentivá-los a clicar no vídeo. Por isso mesmo, vale a pena investir em uma certa uniformidade em termos de paleta de cores e fontes.

Lembre-se: o importante é que a miniatura possa comunicar o tema do vídeo mesmo sem o título, para que o algoritmo do YouTube consiga recomendar o conteúdo com facilidade.

Captura de tela do canal da Pantynova no YouTube, que dá uma aula sobre como otimizar conteúdos para o algoritmo do YouTube: todos as miniaturas possuem uma consistência visual, e as legendas e títulos dos vídeos são instigantes.

Uma captura de tela do canal da Pantynova no YouTube, que dá uma aula sobre como otimizar miniaturas para o algoritmo do YouTube: uma fonte padronizada, cores chamativas (mas não aleatórias) e legendas que despertam a curiosidade.

2. Crie playlists de vídeos, pois assim o algoritmo do YouTube entenderá com mais facilidade que aqueles vídeos podem (e devem) ser exibidos juntos como recomendações para os usuários.

Dá só uma olhada nas playlists da Shopify, que são perfeitas para quem quer montar uma loja virtual e empreender online:

Captura de tela das playlists da Shopify, salvas no canal da Shopify Brasil. Essas playlists são importantes para o algoritmo do YouTube, pois indicam que os conteúdos têm autoridade e presença na plataforma.

Como usar o algoritmo do YouTube para conseguir mais visualizações: 3 dicas que valem ouro

Tá, você já sabe como funciona o algoritmo do YouTube. E também já pegou algumas dicas sobre como usá-lo a seu favor na hora de garantir aquela vaguinha na página inicial do seu público-alvo.

Mas você também precisa saber como usar o algoritmo do YouTube para conseguir mais visualizações, certo? Até porque, sem visualizações, não dá para ganhar dinheiro na internet.

1. Otimize seus conteúdos para SEO

Se tem uma coisa que o seu algoritmo do YouTube gosta, é de SEO. Por isso mesmo, é importante prestar atenção aos conteúdos por escrito que acompanham os seus vídeos: as descrições e os títulos dos vídeos, o texto que acompanha o canal e as playlists… tudo isso conta para o SEO e vai ajudar os seus conteúdos a serem listados nas buscas feitas dentro e fora do YouTube.

2. Conquiste mais inscritos

Você também pode mandar um sinal positivo para o algoritmo do YouTube se o seu canal contar com um número significativo de inscritos. Por isso mesmo, vale a pena mandar aquele alô para os seus clientes e assinantes sempre que um vídeo novo sair. Para isso, você pode:

  • Notificar os seus clientes via e-mail sempre que um vídeo novo sair;
  • Linkar para o YouTube lá no Instagram, no Facebook ou até no TikTok Brasil.

Outra sugestão é deixar aquele breve aviso de segundos logo no início ou ao final do vídeo, pedindo para o pessoal se inscrever. É clichê, mas funciona!

Lembre-se: se você conseguir fazer com que um novo usuário assista outros conteúdos do seu canal depois de ter assistido um vídeo inteiro, você potencializa as chances de que os seus vídeos no YouTube sejam recomendados para esse usuário da próxima vez que ele usar a plataforma.

3. Incentive o engajamento

É claro que ter muitos inscritos é legal ― mas o ideal mesmo é ter inscritos que sejam muito engajados com o seu canal. Opa, até rimou: sinal de que é para você ficar com isso na cabeça!

Para melhorar o engajamento do canal e mostrar ao algoritmo do YouTube que os seus conteúdos têm potencial, vale a pena:

  • Firmar parcerias com canais de divulgação, canais similares e/ou  influenciadores que tenham a ver com seu público-alvo;
  • Inserir um "gancho" ou um ponto de interesse logo nos primeiros segundos ou minutos do vídeo;
  • Colocar aqui e ali alguns momentos de descontração dentro do vídeo, especialmente se o conteúdo for mais longo do que o normal.

💡 Falando em engajamento, vale a pena espiar o novo recurso “Valeu Demais”, disponível para criadores de conteúdo no YouTube. Quem sabe você não transforma os seus vídeos em uma fonte de renda extra?

Como funciona o algoritmo do YouTube: resumão

Ufa: até que enfim, acabou! Agora você já tem em mãos um guia rápido sobre como funciona o algoritmo do YouTube. Aqui vai um resumo do que a gente viu, só para você não esquecer:

  • O algoritmo do YouTube define toda a experiência de visualização de vídeos do usuário, pois foi projetado para ajudar os usuários a encontrarem conteúdos relevantes.
  • O modo como funciona o algoritmo do YouTube tem uma história longa, pois já passou por alguns ajustes ao longo dos anos. Atualmente, ele leva em conta métricas como número de visualizações, tempo de visualização, satisfação do usuário e engajamento do usuário para oferecer uma experiência personalizada e ajustada às preferências de cada pessoa.
  • O algoritmo do YouTube tem presença forte sobretudo na página inicial e na aba de vídeos recomendados de cada usuário.
  • Para conseguir bons resultados com o algoritmo do YouTube, é importante otimizar os conteúdos para SEO, conquistar mais inscritos e incentivar o engajamento.
Imagens: FreePik

 

Perguntas frequentes sobre o algoritmo do YouTube

O que o algoritmo do YouTube leva em conta na hora de sugerir um vídeo?

O algoritmo do YouTube considera métricas como número de visualizações, tempo de visualização, satisfação do usuário e engajamento do usuário para oferecer uma experiência personalizada e ajustada às preferências de cada pessoa.

Vale a pena investir no YouTube como canal de vendas?

O YouTube pode ser um bom canal de vendas para lojas virtuais, até porque ajuda a aumentar o alcance da marca no mundo online. Além disso, o consumo de conteúdos em vídeo está em alta já tem algum tempo, então pode ser uma boa ideia capitalizar em cima desse formato. Você pode usar o YouTube para fazer conversas que tenham a ver com a temática da loja, mostrar tutoriais de produto ou conteúdos do tipo “bastidores”.

Como funciona as visualizações do YouTube?

As visualizações do YouTube são geridas pelo algoritmo do YouTube. Para ganhar visualizações, você precisa criar conteúdos que sejam devidamente otimizados para o algoritmo: assim, ele vai poder encontrar o seu vídeo dentro da plataforma e sugeri-lo para o usuários. Quanto mais visualizações o vídeo conseguir, maior será o alcance dele dentro do YouTube.

Para que serve o painel de um canal do YouTube?

O painel do seu canal no YouTube pode ser um aliado poderoso na hora de otimizar conteúdos, pois ele calcula e exibe métricas importantes sobre o desempenho de seus vídeos. Você vai ver dados como:

  • Tipos de origem de tráfego: onde e como as miniaturas de vídeo foram exibidas para assinantes em potencial;
  • Origem do tráfego: se o tráfego chegou de forma externa, via playlist, por vídeos sugeridos, via pesquisa interna dentro do YouTube ou mais;
  • Impressões e como elas influenciaram o tempo de visualização: o número de vezes nas quais as suas miniaturas de vídeo foram exibidas como vídeos recomendados, seja na página inicial do usuário ou então nos resultados de busca.

Vale lembrar ainda que é possível filtrar cada uma dessas métricas por “impressões”, “taxa de cliques de impressões”, “visualizações”, “duração média da visualização” e “tempo de exibição (minutos)”.

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Marcela Lanius Redatora ShopifySobre a autora

Marcela Lanius é tradutora, revisora e às vezes também veste a roupa de pesquisadora. Se pudesse, largava tudo para passar os dias só com gatos e livros.

 

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